Sabe aquele tapinha nas costas que a gente tanto gostaria de receber?
Mas pense: quantas vezes fomos nós quem reconheceu o esforço do outro? Quantas vezes dissemos a alguém que o admiramos por ainda estar de pé, apesar de todas as dificuldades pelas quais já passou?
É apenas quando nós mesmos estamos em dificuldades que percebemos o quanto vale um elogio sincero, um abraço, uma palavra amiga. De longe, estes podem parecer gestos pequenos, mas para a alma aflita são, na verdade, carregados de riqueza. O sofrimento nos torna mais humanos.
Sim, eu gostaria de ouvir nesse momento alguém me dizer: “Luana, você é foda! Eu não sei se eu aguentaria passar pelo que você passou.” Mas mais do que isso, eu também quero ter mais oportunidades de dizer que: “ei! Eu te admiro muito! Não desista, pois me espelho em ti!”
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