Uma casinha nas montanhas. O jardim, um lindo campo com girassóis e a grama verde, estendendo-se em um imenso tapete.
Não muito longe dali, um riacho, de modo que da casinha ouve-se o som da água correndo, mas sem pressa.
Em frente à casa, um banco. Um banco e uma mesa. Em cima da mesa, um livro, sentada no banco, uma mulher com um violão. A música suave e doce, aponderando-se do lugar. Cada som emitido, uma parte da alma exposta.
Ao lado da mulher, um homem e um gato preto em seu colo.
Nenhum som além do riacho, do violão e do ronronar do gato.
Silêncio, tudo em silêncio.
É que as coisas mais importantes não precisam ser ditas, precisam ser sentidas.
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