Venda-me um copo de maturidade
ou uma poção para controlar meus pensamentos
A vida passa e provoca sentimentos novos de perfumes intensos,
desconhecidos
Eu ando em espinhos, com pés descalços
desnorteada, cega pelo clarão do sol
Eu queria me elevar para a copa das árvores
me observar à distância,
não tatear meus sentidos
Qual o motivo de tantos tropeços?
Dá-me um copo de chuva para lavar a alma
Mas não me deixe cair
– amar dói
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